O prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) informou terça-feira aos prefeitos da Região Metropolitana de Campinas (RMC) que determinou estudos para avaliar os impactos que uma eventual implantação de praça de pedágio dentro de Campinas trará ao desenvolvimento econômico da cidade e à população. O estudo dará os instrumentos para impedir, “nem que seja judicialmente”, disse, que o futuro pedágio a ser instalado na SP-332, a Rodovia General Milton Tavares de Souza, que liga São Paulo a Santa Cruz das Palmeiras, ou a eventual implantação de mais praças na rodovia D. Pedro I sejam em Campinas.

A Secretaria de Estado dos Transportes já descartou a implantação de mais praças na Rodovia D. Pedro I, mas está no projeto uma praça na SP-332, cujo trecho dentro de Campinas é o Tapetão e vai até Paulínia. Mas não foi divulgado qual município, ao longo da estrada, receberá a praça.

O futuro pedágio seria instalado a partir da concessão (privatização) daquela rodovia e sua inclusão no projeto do Corredor de Exportação Campinas ao Porto de São Sebastião. Esse projeto inclui a concessão das Rodovias Dom Pedro I (SP-65), Tamoios (SP-99) e Ayrton Senna-Carvalho Pinto (SP-70). A inclusão da SP-332 no Corredor, segundo revelou o secretário estadual de Transportes, Dario Rais Lopes, ao Correio Popular, há uma semana, foi uma reivindicação dos empresários da RMC durante audiências públicas realizadas no ano passado. Além da inclusão dessa rodovia no projeto, o Estado também está alterando os pedágios na Rodovia D. Pedro I. Na proposta inicial, haveria mais dois, na atual, os existentes passarão a ser bidirecional.

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