A rodovia federal 174, que liga os municípios de Vilhena (RO) e Juína (MT), vai virar referência nacional. Nos próximos meses, inicia o trabalho de recuperação da estrada, numa ação do Governo Federal nunca antes vista na região norte do país. A União abriu crédito extraordinário de quase R$ 10 milhões para o início da execução das obras.

Abandonada há mais de 20 anos, a BR-174 já ‘selecionou’ suas vítimas. Eles são, na maioria, produtores rurais que escoam a produção agrícola entre os municípios de Vilhena e Juína, considerados Pólos Regionais. Anualmente, a rodovia torna impossível o tráfego de veículos e, conseqüentemente, a ligação entre os dois municípios. Se no tempo de seca a estrada já é ruim, imaginem só na temporada chuvosa, entre os meses de Novembro a Março, quando a rodovia é interditada. Nesse caso, cidadãos que precisam da interligação entre as duas cidades percorrem 650 quilômetros, saindo de Juína, e passando pelos municípios de Brasnorte, Sapezal, Campos de Julio, Comodoro, no Mato Grosso e, por fim, Vilhena, em Rondônia.

COMERCIALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA DE VILHENA
Depois de recuperada, a 174 será uma das principais estradas de comercialização de produtos agrícolas do Estado de Rondônia. E, o município de Vilhena, será privilegiado com a benfeitoria. A rodovia complementa o eixo de integração entre os estados de Rondônia e Mato Grosso ao resto do país. Além da expansão agropecuária, o intercâmbio cultural, social e econômico, terão relevante contribuição para o desenvolvimento da região. “Estamos tornando realidade o antigo pleito que vai beneficiar milhares de agricultores e transportadores riquezas.

INVESTIMENTOS
Empresários do Estado vizinho do Mato Grosso que queiram investir em Vilhena não terão mais problema com relação à intrafegabilidade da estrada. Depois de ser recuperada, a expectativa é que o interesse de empresários de outros Estados, ainda, seja maior. Com uma boa estrada de ligação com o Mato Grosso, Vilhena, certamente, será município fundamental para instalação de indústrias em função da sua estratégica localização na Amazônia legal.

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